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Telemedicina: efetividade, desafios e limitações

Telemedicina, definida pela OMS como a prestação de serviços de saúde à distância usando tecnologias de comunicação, ganhou destaque durante a pandemia da COVID-19. Ela oferece uma alternativa viável ao atendimento presencial, permitindo distanciamento social e continuidade do cuidado médico. Este estudo analisa a efetividade e os desafios da telemedicina no período de 2019 a 2024. Os resultados demonstram que a modalidade é altamente eficaz na ampliação do acesso à saúde, especialmente em áreas remotas, reduzindo custos operacionais e taxas de absenteísmo. Observou-se sucesso significativo em especialidades como pediatria e cuidados paliativos. Contudo, persistem disparidades globais: enquanto países desenvolvidos avançam na integração digital, nações em desenvolvimento enfrentam barreiras estruturais, conectividade instável e altos índices de abandono de projetos. Desafios técnicos, como a limitação do exame físico e riscos à privacidade, exigem tecnologias como blockchain para garantir a segurança. Conclui-se que a telemedicina é uma ferramenta transformadora, mas sua sustentabilidade depende de infraestrutura tecnológica e políticas de inclusão digital.
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Telemedicina: efetividade, desafios e limitações

  • DOI: https://doi.org/10.22533/at.ed.8208212602019

  • Palavras-chave: Telemedicina; Efetividade; Desafios.

  • Keywords: Telemedicine; Effectiveness; Challenges.

  • Abstract: Telemedicine, defined by the WHO as the delivery of healthcare services remotely using communication technologies, gained prominence during the COVID-19 pandemic. It offers a viable alternative to in-person care, allowing for social distancing and continuity of medical care. This study analyzes the effectiveness and challenges of telemedicine from 2019 to 2024. Results show high efficacy in expanding healthcare access, particularly in remote areas, while reducing costs and no-show rates. Success was noted in pediatrics and palliative care. However, developed nations lead in integration, whereas developing countries face structural barriers and high project failure rates. Technical challenges like physical exam limitations and privacy risks necessitate technologies such as blockchain. Telemedicine is transformative, yet its sustainability requires technological infrastructure and digital inclusion.

  • Luiz Cláudio Pereira Lima
  • Hélcio Serpa de Figueiredo Júnior
  • Rodolfo do Lago Sobral
  • Mariana Monteiro de Souza
  • Nayara de Oliveira Guida Romeu
  • Márcio de Moraes Mello
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