O RISCO DO DIAGNÓSTICO PRECIPITADO: QUANDO O LAUDO DE TEA NÃO ENCONTRA CORRESPONDÊNCIA NA PRÁTICA ESCOLAR
O presente trabalho discute os riscos associados ao diagnóstico precipitado de Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente quando o laudo clínico não encontra correspondência nas observações e práticas cotidianas do ambiente escolar. A análise evidencia que a desconexão entre avaliação médica e realidade pedagógica pode gerar encaminhamentos inadequados, estigmatização e práticas educativas pouco eficientes. Destaca-se a importância de uma avaliação interdisciplinar criteriosa, que considere não apenas instrumentos clínicos, mas também evidências funcionais do comportamento e do desenvolvimento da criança em contextos naturais. Conclui-se que a colaboração entre profissionais da saúde e da educação é fundamental para assegurar diagnósticos mais precisos, intervenções coerentes e a garantia de direitos, evitando tanto o subdiagnóstico quanto a rotulação indevida.
O RISCO DO DIAGNÓSTICO PRECIPITADO: QUANDO O LAUDO DE TEA NÃO ENCONTRA CORRESPONDÊNCIA NA PRÁTICA ESCOLAR
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DOI: https://doi.org/10.22533/at.ed.106172512125
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Palavras-chave: -
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Abstract: -
- Liduína Maria Bezerra Maia Jerônimo Silva