CREATINA E TREINAMENTO RESISTIDO: AGENTES NÃO FARMACOLÓGICOS PARA O RETARDO DA SARCOPENIA E DO DÉFICIT COGNITIVO ASSOCIADO AO ENVELHECIMENTO. - Atena EditoraAtena Editora

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CREATINA E TREINAMENTO RESISTIDO: AGENTES NÃO FARMACOLÓGICOS PARA O RETARDO DA SARCOPENIA E DO DÉFICIT COGNITIVO ASSOCIADO AO ENVELHECIMENTO.

O envelhecimento está associado com disfunções fisiológicas, musculoesqueléticas e neurológicas, como a sarcopenia e o déficit cognitivo. Nesse sentido, estratégias não farmacológicas como o treinamento resistido em combinação com a suplementação de creatina têm sido estudadas para melhorar esse quadro, principalmente de sarcopenia. Objetivos: elucidar o papel da creatina em combinação com o treinamento resistido, para reduzir a perda de massa e força muscular e a neuroinflamação relacionada ao envelhecimento. Metodologia: Esse trabalho se trata de uma revisão narrativa de literatura. A pesquisa foi realizada no banco de dados do PubMed, para artigos de 2020 a 2025, com participantes a partir de 49 anos que realizavam treinamento resistido com e sem a suplementação de creatina. Para as diretrizes foram utilizadas as mais recentes. Os critérios de exclusão foram: artigos originais e metanálises anteriores ao ano de 2020; em faixa etária abaixo de 49 anos; livros; artigos incompletos e/ou indisponíveis. Resultados: a creatina apresenta um efeito potencializador das adaptações neuromusculares, com redução na inflamação e aumento da função cognitiva, principalmente quando associada ao treinamento resistido. Discussão: esses resultados foram alcançados quando se utilizava fase de saturação seguida de doses de 5g/dia ou mais, possivelmente causada por uma maior redução da creatina intratecidual desses idosos. Conclusão: a suplementação de creatina apresenta ser uma estratégia não farmacológica e segura para reduzir os impactos neuromusculares e cognitivos do envelhecimento quando associada ao treinamento resistido.
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CREATINA E TREINAMENTO RESISTIDO: AGENTES NÃO FARMACOLÓGICOS PARA O RETARDO DA SARCOPENIA E DO DÉFICIT COGNITIVO ASSOCIADO AO ENVELHECIMENTO.

  • DOI: https://doi.org/10.22533/at.ed.878112623013

  • Palavras-chave: creatina monohidratada; treinamento de força; estresse oxidativo; resistência anabólica; idosos.

  • Keywords: creatine monohydrate; strength training; oxidative stress; anabolic resistance; elderly.

  • Abstract: Aging is associated with physiological, musculoskeletal and neurological dysfunctions, such as sarcopenia and cognitive impairment. In this sense, non-pharmacological strategies such as resistance training in combination with creatine supplementation have been studied to improve this condition, especially sarcopenia. Objectives: To elucidate the role of creatine combined with resistance training in reducing muscle mass, strength loss and age-related neuroinflammation. Methodology: This study is a narrative literature review. The search was conducted in the PubMed database for articles from 2020 to 2025, with participants aged 49 years and older who performed resistance training with and without creatine supplementation. The most recent guidelines were used. The exclusion criteria were: original articles and meta-analyses prior to 2020; age group below 49 years; books; incomplete and/or unavailable articles. Results: Creatine has a potentiating effect on neuromuscular adaptations, with reduced inflammation and increased cognitive function, especially when combined with resistance training. Discussion: these results were achieved when using a saturation phase followed by doses of 5 g/day or more, possibly caused by a greater reduction in the interstitial creatine of these elderly individuals. Conclusion: creatine supplementation appears to be a safe non-pharmacological strategy for reducing neuromuscular and cognitive impacts of aging when combined with resistance training.

  • Caio de Macedo Cintra
  • Joel Ferreira da Silva
  • Francyelle Amorim Silva
  • Jefferson Thadeu Arruda Silva
  • Mirelly Cunha da Silva
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