ALTERAÇÕES NOS CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS DA SEPSE PEDIÁTRICA: LIMITAÇÕES DO SIRS E APLICABILIDADE DO ESCORE DE PHOENIX
A sepse constitui uma emergência médica frequente na prática pediátrica, entretanto, o uso dos critérios de Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS) como base diagnóstica demonstrou baixa confiabilidade na avaliação do risco de desfechos desfavoráveis, por definir imprecisamente esta condição. Em 2024, a Society of Critical Medicine publicou os Critérios de Phoenix (PCSS), reformulando os critérios diagnósticos de sepse com o objetivo de atingir maior assertividade no atendimento. O estudo baseou-se em aproximadamente três milhões de consultas, em países com diferentes recursos, visando aplicabilidade global, porém não estendendo-se a prematuros e maiores de 18 anos. O PCSS utiliza a avaliação neurológica, respiratória, cardiovascular e da coagulação no Escore de Phoenix, em que um ponto no componente cardiovascular classifica o paciente em choque séptico e dois pontos ou mais, associados à infecção, caracteriza sepse.
ALTERAÇÕES NOS CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS DA SEPSE PEDIÁTRICA: LIMITAÇÕES DO SIRS E APLICABILIDADE DO ESCORE DE PHOENIX
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DOI: https://doi.org/10.22533/at.ed.8402620056
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Abstract: .
- Suelen Rodrigues Lopes
- Maria Letícia Lins Pedrosa
- Caroline Correa Araújo Vinhal
- Heitor Luíz Bensi
- Natália Lima Martins