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UMA COMPLICAÇÃO RARA APÓS CRANIECTOMIA: ABSCESSO CRANIANO EM PACIENTE PEDIÁTRICO COM PANCITOPENIA

A trombose venosa cerebral em pacientes pediátricos representa uma condição rara e potencialmente fatal, frequentemente associada a estados pró-trombóticos hereditários ou adquiridos. Relata-se o caso de um adolescente de 14 anos, portador de trombofilia e pancitopenia, que evoluiu com hemorragia subaracnoidea grave secundária à trombose extensa dos seios venosos cerebrais, necessitando de craniectomia descompressiva e trombectomia endovascular com implante de stent no seio sagital superior. Durante a internação em unidade de terapia intensiva pediátrica, o paciente apresentou sepse por Klebsiella pneumoniae, trombose venosa profunda de membro inferior esquerdo e importante instabilidade neurológica. Após alta hospitalar, foi readmitido por crises convulsivas recorrentes, sendo identificada coleção intracraniana compatível com abscesso epidural pós-operatório associado a infecção do retalho ósseo. Optou-se por manejo conservador com antibioticoterapia e acompanhamento interdisciplinar, com evolução clínica e radiológica satisfatória. O caso destaca a complexidade do manejo de pacientes pediátricos com estados pró-trombóticos graves, complicações neurocirúrgicas infecciosas e necessidade de abordagem multidisciplinar individualizada.
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UMA COMPLICAÇÃO RARA APÓS CRANIECTOMIA: ABSCESSO CRANIANO EM PACIENTE PEDIÁTRICO COM PANCITOPENIA

  • DOI: https://doi.org/10.22533/at.ed.82082122607078

  • Palavras-chave: trombose venosa cerebral; hemorragia subaracnoidea; abscesso epidural; trombofilia; pancitopenia; neurocirurgia pediátrica.

  • Keywords: trombose venosa cerebral; hemorragia subaracnoidea; abscesso epidural; trombofilia; pancitopenia; neurocirurgia pediátrica.

  • Abstract: A trombose venosa cerebral em pacientes pediátricos representa uma condição rara e potencialmente fatal, frequentemente associada a estados pró-trombóticos hereditários ou adquiridos. Relata-se o caso de um adolescente de 14 anos, portador de trombofilia e pancitopenia, que evoluiu com hemorragia subaracnoidea grave secundária à trombose extensa dos seios venosos cerebrais, necessitando de craniectomia descompressiva e trombectomia endovascular com implante de stent no seio sagital superior. Durante a internação em unidade de terapia intensiva pediátrica, o paciente apresentou sepse por Klebsiella pneumoniae, trombose venosa profunda de membro inferior esquerdo e importante instabilidade neurológica. Após alta hospitalar, foi readmitido por crises convulsivas recorrentes, sendo identificada coleção intracraniana compatível com abscesso epidural pós-operatório associado a infecção do retalho ósseo. Optou-se por manejo conservador com antibioticoterapia e acompanhamento interdisciplinar, com evolução clínica e radiológica satisfatória. O caso destaca a complexidade do manejo de pacientes pediátricos com estados pró-trombóticos graves, complicações neurocirúrgicas infecciosas e necessidade de abordagem multidisciplinar individualizada.

  • Jose Coba Lacle
  • Jefferson Salguero-Sánchez
  • María Camila Téllez Galvis
  • Sandra Milena Sanz Morales
  • Angelica Maria Mora Orozco
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