Pobre, Negra e da Rua: A Abordagem Interseccional para Analisar a Saúde Mental das Trabalhadoras Sexuais na Cidade de Quito - Atena EditoraAtena Editora

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Pobre, Negra e da Rua: A Abordagem Interseccional para Analisar a Saúde Mental das Trabalhadoras Sexuais na Cidade de Quito

Introdução: O trabalho sexual tem sido tradicionalmente analisado a partir da atividade em si, negligenciando as experiências e condições das pessoas que o exercem. Estigma e discriminação permeiam essa profissão, resultando na invisibilização das consequências físicas e mentais enfrentadas por trabalhadores sexuais. No Equador, o estigma social está profundamente enraizado, contribuindo para o desenvolvimento de transtornos de saúde mental entre mulheres em situação de vulnerabilidade, especialmente aquelas que exercem essa atividade em espaços públicos. Objetivos: Este estudo busca compreender a relação entre estigma, trabalho sexual e saúde mental no Equador, analisando como a discriminação e as condições estruturais impactam a identidade, a autoestima e o bem-estar psicológico das mulheres que exercem essa profissão. Metodologia: A pesquisa baseia-se em uma revisão bibliográfica interdisciplinar, incluindo estudos de antropologia, sociologia e saúde pública, além de dados empíricos coletados por meio de entrevistas qualitativas com trabalhadoras sexuais em Quito. Resultados e Discussão: Os resultados indicam que o estigma social internalizado contribui para quadros depressivos, baixa autoestima e dificuldades no acesso a serviços de saúde. A interseccionalidade entre gênero, classe social e ocupação aprofunda a vulnerabilidade dessas mulheres, limitando suas oportunidades de suporte social e institucional. O debate sobre a regulamentação do trabalho sexual e a necessidade de políticas públicas inclusivas é essencial para mitigar esses impactos negativos.Considerações finais: O trabalho sexual, quando analisado a partir da perspectiva das pessoas que o exercem, revela um panorama de exclusão e sofrimento psíquico que demanda maior atenção das políticas de saúde mental. A superação do estigma social e a implementação de estratégias de apoio e inclusão são fundamentais para melhorar a qualidade de vida dessas mulheres.
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Pobre, Negra e da Rua: A Abordagem Interseccional para Analisar a Saúde Mental das Trabalhadoras Sexuais na Cidade de Quito

  • DOI: https://doi.org/10.22533/at.ed.8089272608049

  • Palavras-chave: interseccionalidade, trabalho sexual, saúde mental, estigma

  • Keywords: interseccionalidad, trabajo sexual, salud mental, estigma

  • Abstract: El trabajo sexual ha sido tradicionalmente analizado desde la actividad en sí, descuidando las experiencias y condiciones de quienes lo ejercen. El estigma y la discriminación atraviesan esta profesión, resultando en la invisibilización de las consecuencias físicas y mentales que enfrentan las trabajadoras sexuales. En Ecuador, el estigma social está profundamente arraigado, contribuyendo al desarrollo de trastornos de salud mental entre mujeres en situación de vulnerabilidad, especialmente aquellas que ejercen esta actividad en espacios públicos. Objetivos: Este estudio busca comprender la relación entre estigma, trabajo sexual y salud mental en Ecuador, analizando cómo la discriminación y las condiciones estructurales impactan la identidad, la autoestima y el bienestar psicológico de las mujeres que ejercen esta profesión. Metodología: La investigación se basa en una revisión bibliográfica interdisciplinaria, incluyendo estudios de antropología, sociología y salud pública, además de datos empíricos recolectados a través de entrevistas cualitativas con trabajadoras sexuales en Quito. Resultados y Discusión: Los resultados indican que el estigma social internalizado contribuye a cuadros depresivos, baja autoestima y dificultades en el acceso a servicios de salud. La interseccionalidad entre género, clase social y ocupación profundiza la vulnerabilidad de estas mujeres, limitando sus oportunidades de apoyo social e institucional. El debate sobre la regulación del trabajo sexual y la necesidad de políticas públicas inclusivas es esencial para mitigar estos impactos negativos. Consideraciones finales: El trabajo sexual, cuando se analiza desde la perspectiva de quienes lo ejercen, revela un panorama de exclusión y sufrimiento psíquico que demanda mayor atención por parte de las políticas de salud mental. Superar el estigma social e implementar estrategias de apoyo e inclusión son fundamentales para mejorar la calidad de vida de estas mujeres.

  • Patricio Trujillo-Montalvo
  • Catalina Rivadeneira-Suárez
  • Diana Sofia Calero
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