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Identidade, Cultura, Memória, Literatura Oral, Invisibilidade de autores e Resistência

O presente trabalho parte da inquietação desta autora em está inserida em um estado tão rico em baluartes da Cultura Popular, pesquisadores resistentes, mas também onde existe pouco empenho em dar visibilidade a manifestações artísticas advindas de pessoas que adquiriram sua “vocação” através de seus antepassados. A partir desta inquietação , buscamos compreender o processo de desmemorização dos colonizadores impostos pelo Capital, mas empenhados através da instituição escolar em defender a política da elite como a mais adequada. É neste sentido que resgatamos de forma incipiente (há ausência de registros dos vocacionados), devido a literatura Oral defendida por tantos desde o século XIX, quando resgatado pelos etnógrafos Luís da C. Cascudo e Deífilo Gurgel. Este fato se deu no ínicio dos anos 20, do mesmo século XX. Trata-se do primeiro poeta negro do Rio Grande do Norte, Fabião das Queimadas e, da única romanceira mundial, Dona Militana. No mundo excluído das letras escritas, se valia da memória, inteligência e refrões repetidos, contando cantando seu olhar sobre a vida. Impõe-se na Literatura Oral que, infelizmente, é de uma época que os registros advinham da imprensa local, mas, principalmente, de pesquisadores atentos.
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Identidade, Cultura, Memória, Literatura Oral, Invisibilidade de autores e Resistência

  • DOI: https://doi.org/10.22533/at.ed.816X222622053

  • Palavras-chave: romanceiro ibérico, literatura oral, poetas potiguares, memória, identidade

  • Keywords: Romance ibérico, literatura oral, poetas potiguares, memoria, identidad

  • Abstract: La presente obra forma parte de la inquietud de este autor en un estado tan rico en baluartes de la Cultura Popular, resistentes investigadores, pero también donde hay poco compromiso para dar visibilidad a las manifestaciones artísticas provenientes de personas que adquirieron su "vocación" a través de sus antepasados. A partir de esta inquietud, buscamos entender el proceso de desmemorización de los colonizadores impuesto por el Capital, pero comprometido a través de la institución escolar a defender la política de la élite como la más adecuada. Es en este sentido que rescatamos de manera incipiente (no hay registros de las vocaciones), debido a la literatura oral defendida por tantos desde el siglo XIX, cuando fue rescatada por los etnógrafos Luís da C. Cascudo y Deífilo Gurgel. Este hecho ocurrió a principios de la década de 1920, en el mismo siglo XX, este es el primer poeta negro de Rio Grande do Norte, Fabião das Queimadas y, de la única novelista del mundo, Doña Militana. En el mundo excluido de las cartas escritas, uno usaba la memoria, la inteligencia y los coros repetidos, contando cantando su mirada sobre la vida. Se impone en la Literatura Oral que, lamentablemente, es de una época en la que los registros provenían de la prensa local, pero principalmente de investigadores atentos.

  • Libânia Maria Pinheiro Borges
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