Empreendedorismo e Inovação como Determinantes da Competitividade nas Organizações - Atena EditoraAtena Editora

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Empreendedorismo e Inovação como Determinantes da Competitividade nas Organizações

O artigo analisa o empreendedorismo e a inovação com base na teoria de Joseph Alois Schumpeter, especialmente no conceito de “destruição criativa” como força motriz da competitividade organizacional. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa e exploratória, sustentada em levantamento bibliográfico e análise de artigos científicos nacionais e internacionais. Os resultados indicam que o empreendedorismo representa um processo contínuo de busca por vantagem competitiva e sustentabilidade no mercado, impulsionado por estratégias de inovação. Argumenta-se que as pessoas são agentes centrais desse processo e que práticas organizacionais que favorecem a interação entre indivíduos e setores estimulam melhorias contínuas e inovações em produtos, serviços e processos. Conclui-se que a capacidade de inovar decorre da articulação entre cultura organizacional e ambientes interno e externo, reforçando o papel da inovação no fortalecimento da competitividade empresarial.
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Empreendedorismo e Inovação como Determinantes da Competitividade nas Organizações

  • DOI: https://doi.org/10.22533/at.ed.8151122602027

  • Palavras-chave: Empreendedorismo; inovação; competitividade; Schumpeter; organização.

  • Keywords: entrepreneurship; innovation; creative destruction; competitiveness; Schumpeter.

  • Abstract: This article analyzes entrepreneurship and innovation based on the theory of Joseph Alois Schumpeter, particularly the concept of “creative destruction” as a driving force of organizational competitiveness. The research adopts a qualitative and exploratory approach, supported by a literature review and the analysis of national and international scientific articles. The results indicate that entrepreneurship represents a continuous process of pursuing competitive advantage and market sustainability, driven by innovation strategies. The study argues that people are central agents in this process and that organizational practices that encourage interaction among individuals and sectors stimulate continuous improvements and innovations in products, services, and processes. It is concluded that the capacity to innovate stems from the articulation between organizational culture and internal and external environments, reinforcing the role of innovation in strengthening business competitiveness.

  • DIANA LEITE KOCHMANSKI FUZETTI
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