ASCENSÃO PETISTA AO GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA - VINHO NOVO, ODRES VELHOS
A análise apresentada deriva da tese de doutoramento. Foca-se no primeiro mandato do PT (Partido dos Trabalhadores) no governo do estado da Bahia, entre 2007 e 2010, fruto da eleição de Jaques Wagner (PT), em outubro de 2006. O recorte temporal marca a interrupção na sequência político-partidária do PFL (Partido da Frente Liberal), atual União Brasil, de 16 anos consecutivos, no governo baiano. Mediante esse marco, queremos evidenciar os limites da promessa de reconfigurações institucionais – ancorada no modelo de gestão; e permanências estruturais – ancorada no modelo de desenvolvimento. Ambas observáveis nos documentos oficiais do governo Jaques Wagner. Quais elementos demarcaram a combinação das continuidades estruturais e as reconfigurações institucionais na primeira experiência do PT na Bahia? Como espelhamento do objetivo, esta é a questão central que conduz o percurso analítico e ancora o diálogo com a geografia política. Um conjunto de documentos oficiais – discurso de posse, plano plurianual, plano estratégico, leis e decretos – se tornaram centrais e foram usados para a compreensão dos atos normativos que fundamentaram a primeira gestão do Partido dos Trabalhadores no governo do estado da Bahia.
ASCENSÃO PETISTA AO GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA - VINHO NOVO, ODRES VELHOS
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DOI: https://doi.org/10.22533/at.ed.81511126020115
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Palavras-chave: geografia política, Bahia, Partido dos Trabalhadores, permanências estruturais, rearranjos institucionais.
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Keywords: -
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Abstract: -
- vanessa da silva vieira