A subjetividade no processo de adoção
O estudo analisa como a subjetividade dentro da adoção influenciam o sucesso ou o fracasso desse processo. A pesquisa realizada por meio do método qualitativo com levantamento de um conjunto de material bibliográfico relacionados a família, adoção e subjetividade, evidencia que a busca por um filho muitas vezes projeta desejos de continuidade ou reparação de perdas; quando a criança real não corresponde ao filho imaginado, surgem conflitos que podem levar à rejeição e ao fenômeno da devolução. Embora a família seja idealizada como um ambiente seguro, os dados mostram que o despreparo emocional e a fixação em expectativas físicas ou comportamentais geradas pela subjetividade dos adotantes, violam os direitos de crianças e adolescentes. O texto conclui que a Psicologia deve focar na preparação desses pais, promovendo espaços de escuta para que reconheçam suas próprias limitações. Por fim, aponta uma lacuna na literatura sobre estratégias práticas para trabalhar essa subjetividade e garantir vínculos afetivos genuínos.
A subjetividade no processo de adoção
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DOI: https://doi.org/10.22533/at.ed.8208292620056
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Palavras-chave: Adoção; Subjetividade; Pais adotantes; Idealização; Devolução.
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Keywords: ...
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Abstract: ...
- Amanda Quirino
- Suzane Cristina Mello Ribas
- Vanessa de Oliveira Bertelli
- Adriano Francisco de Oliveira